sexta-feira, abril 21, 2017

LAVA JATO: TUDO SOBRE A DELAÇÃO DA ODEBRECHT

Click na imagem abaixo para ver a lista dos políticos citados na delação.

Você pode escolher da seguinte forma:


Pelo partido ou pelo estado.
 LAVA JATO

quarta-feira, abril 19, 2017

PAPA FRANCISCO: NÃO TINHA MOTIVO PARA VIR AO BRASIL

“O papa não tinha nenhuma razão para vir ao Brasil, apoiar um golpista. Ele é muito coerente com a opção que tem pelos pobres, pelos que sofrem violência e são marginalizados. Por causa disso ele não quis visitar a Argentina de (Mauricio) Macri. Por essa mesma razão ele não quis visitar o Brasil sob Temer.” A declaração é do frei e teólogo Leonardo Boff, sobre a carta enviada pelo papa Francisco ao presidente Michel Temer, recusando o convite para visitar o país para as celebrações dos 300 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Embora reconheça que a crise que o país enfrenta “não é de simples solução”, Francisco enfatiza: "Porém não posso deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres, que muitas vezes se veem completamente abandonados e costumam ser aqueles que pagam o preço mais amargo e dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais para crises que vão muito além da esfera meramente financeira".

Para o frei, o papa deixa claro de que lado está: “Ao lado das vítimas, dos que sofrem, coisa que este governo está produzindo”. “Se ele viesse ao Brasil seria legitimar esse estado de coisas, o que ele nunca faria. Ele foi coerente ao não ir à Argentina e não vir ao Brasil. Enquanto houver formas duras, ditatoriais, eu diria, de governo e de relação com o povo, o papa não dará seu apoio e não visitará essas terras e esses países.”  

Boff lembra que, após a abertura do processo do impeachment, o papa Francisco escreveu uma mensagem à então presidenta Dilma Rousseff, já afastada, na qual demonstrou apoio. “O papa Francisco mandou uma carta à Dilma enquanto se fazia o julgamento dela, apoiando-a pessoalmente porque ele a conhece. Eu vi isso, estive com Dilma”, disse Boff à RBA.

Para ele, considerado expoente da Teologia da Libertação e próximo a Francisco, com atitudes como a recusa a vir ao Brasil governado por Michel Temer, o papa está indiretamente dando um recado aos governos “que fazem políticas superficiais, que trazem dificuldades e injustiça para os pobres, e reformas que se fazem com alta velocidade e não atendem às necessidades do povo, são antipopulares e anticonstitucionais”.
Apesar das enormes dificuldades pelas quais passa o país, “não há dificuldade que não possa ser resolvida” – diz Boff. “Já que os partidos estão corrompidos, com um vazio de lideranças, o grande lugar da pressão é a rua e a praça, com manifestações, grupos de discussão onde se discuta que Brasil nós queremos, que coisas principais devemos fazer para incluir a grande maioria que está à margem, superar a chaga da desigualdade, que é uma das piores do mundo”.

Apesar do pessimismo de parte da população brasileira com os ataques a direitos pelo governo e suas reformas, Leonardo Boff afirma acreditar que “esse caos, essa confusão que está havendo, lentamente vai criar uma claridade para ver o caminho que devemos seguir, um outro tipo de sociedade, de governo, que seja voltado para o povo, que realize direitos e não apenas defenda privilégios”. 

segunda-feira, abril 17, 2017

LAVA JATO: UM PACTO PARA CORRUPÇÃO


Quando a Operação Lava Jato mostrou poder suficiente para atingir grandes setores políticos e econômicos, começou a falar-se em um eventual acordo entre dois ex-presidentes e Michel Temer. O objetivo seria que Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), junto ao atual presidente da República, fizessem um pacto para a classe política.
As acusações contra FHC e Lula, que foram encaminhadas a instâncias inferiores e as contra Temer, que só não pode ser investigado por sua “imunidade temporária”, levaram os três a crer, segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, que o acordão era necessário para um processo eleitoral “tranquilo” em 2018 e evitar que um nome de fora disputasse o Palácio do Planalto.
Em entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã, o presidente Michel Temer negou que tenha havido uma reunião para tratar de um acordo para o processo eleitoral do ano que vem. “Em primeiro lugar, hoje até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse que não teve conversa nessa direção. E não tem mesmo. Fomos [Temer e FHC] fazer uma visita tendo em vista um doloroso acontecimento que envolveu o ex-presidente Lula. Nesta ocasião, ele [Lula] disse que precisávamos conversar sobre reforma política”, explicou.
Segundo o presidente, fazer um acordão sobre os problemas entregues ao Judiciário e ao Ministério Público Federal é algo “inviável”. Temer ainda garantiu: “não participo, não promovo e não fui questionado a participar [de um acordão]”.
Já sobre a reforma política, assunto tratado com os dois ex-presidentes, Temer disse que isso pode ser visto, mas reiterou que um acordo sobre assuntos que ocorrem hoje no País não serão e nem foram debatidos.
Citado em delações
O presidente Michel Temer admitiu novamente ser desagradável a citação de seu nome em delações de executivos da Odebrecht. “É desagradável porque se trata de uma mentira. Mesmo se tratando de verdade não deixaria de ser desagradável. O que tenho procurado é dizer que é desagradável e constrangedor. Os fatos, quando narrados, revelam a presença de pessoas que nem estavam no local”, disse.
Em defesa do Governo, o peemedebista afirmou ainda que a tendência é dizer que os trabalhos irão parar. Temer, entretanto, negou uma paralisação das atividades e ressaltou reuniões com membros do Governo e Legislativo, “para que não se altere a governabilidade”.
Para Temer, os conteúdos das delações são estarrecedores, desagradáveis, preocupantes e podem transmitir uma imagem muito negativa do Brasil no exterior.

“Sob esse ângulo é péssimo. Mas o que fazemos diante disso? Paralisamos ou seguimos em frente? Devemos seguir em frente. Diante dos inquéritos propostos no Judiciário, deixa o Judiciário trabalhar. As pessoas mencionadas deverão prestar sua defesa. Ainda está na fase de inquérito. As pessoas vão se defender, vão ser condenadas, não vão ser condenadas”, disse o presidente, que pediu ainda uma “obediência” no trabalho de cada um dos Três Poderes.
Fonte: RJP

quarta-feira, abril 12, 2017

MOVIMENTO APAEANO: GOVERNO DE FLÁVIO DINO DESTINARÁ MAIS DE R$ 2 MILHÕES


Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de 14 municípios do estado do Maranhão irão receber valor padrão de mais de R$ 15 mil por mês, somando o total de R$ 180 mil por ano. Ao todo, o investimento será de R$ 2,5 milhões. O investimento social será oferecido através da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que viabilizará melhorias no trabalho de reabilitação e acompanhamento de pessoas com deficiência.
De acordo com o secretário Carlos Lula (SES), a parceria por modo de contrato tornará o processo de repasse mais legítimo. “Iniciamos essa conversa com a Federação das APAES há alguns meses e fiquei muito surpreso ao saber como as coisas eram tocadas sem as formalidades necessárias. Com os contratos, teremos uma melhora porque a gente também muda a forma como esse convênio passa a ser concretizado. É uma mudança jurídica que vai fazer toda a diferença no dia a dia das associações”, explicou o secretário Carlos Lula.

Inicialmente, os contratos foram celebrados com as APAES de Araioses, Água Doce, Balsas, Brejo, Magalhães de Almeida, São Bernardo, Vargem Grande, João Lisboa, Tutóia, São Mateus, Chapadinha, Paço do Lumiar, Anapurus e Monção. 

segunda-feira, abril 10, 2017

METROPOLIZAÇÃO: PEDRO LUCAS FALA SOBRE PROJETOS DA AGÊNCIA METROPOLITANA

À frente da Agência Metropolitana (Agem) há pouco mais de 30 dias, o presidente Pedro Lucas Fernandes (foto ao lado) tem procurado manter diálogo constante com os gestores dos 13 municípios da região. O objetivo: levantar as demandas e articular soluções comuns às cidades.
Além de ter recebido inúmeras autoridades em seu gabinete, o presidente da Agem deu início, na semana passada, às visitas in loco, nas 13 cidades que formam a região metropolitana – instituída pela Lei Complementar 174/2015.
Pedro Lucas se licenciou do cargo de vereador na capital, para assumir a Agência Metropolitana, órgão vinculado ao Governo do Maranhão. Ele foi eleito pela primeira vez em 2012 e reeleito em 2016 como terceiro mais bem votado.
Agora os desafios são outros.
Qual a avaliação do trabalho neste primeiro mês de gestão?
Pedro Lucas: Tem sido um grande desafio, porque a agência faz parte do novo modelo de gestão da Região Metropolitana da Grande São Luís, instituída através da Lei Complementar nº 174/15. Como a Agem não existia na estrutura dos órgãos do estado, nosso trabalho está partindo do zero: tivemos que elaborar o plano técnico, fazer organograma, definir funções e isso tudo leva tempo. Estamos superando a fase burocrática, para fazer a gestão metropolitana funcionar. O governador Flávio Dino já aprovou a implantação do Plano Metropolitano de Resíduos Sólidos, que faz parte do Plano de Ações da Região Metropolitana da Grande São Luís, elaborado pela nossa equipe. Esse é um passo importantíssimo e já vamos passar para a fase de licitação.
Como está o processo de metropolização?
O primeiro passo é institucionalizar a Agência. Precisamos fazer os 13 seminários nas cidades que compõem a região metropolitana, depois faremos a grande Conferência Estadual. Ela é importante para definir a colaboração dos municípios no fundo (metropolitano) e definir as principias frentes de trabalho, na questão dos resíduos sólidos, mobilidade, enfim. Nessa conferência é que o colegiado vai definir quais os rumos que a Agência vai tomar.
Como será a atuação da Agem diante das outras secretarias?
De articulação. Agora mesmo a gente tem um termo de cooperação técnica já elaborado pela Sinfra (Secretaria de Estado de Infraestrutura), vamos apresentar um outro (termo de cooperação técnica) com o Imesc (Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos). Tem o PDDI (Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado), que é fundamental para os municípios, porque ele é um instrumento obrigatório para promover o planejamento, gestão e execução das Funções Públicas de Interesse Comum (FPICs), de acordo com o Estatuto da Metrópole (Lei Federal 13.0.89/15). Essa etapa de consolidação e elaboração do PDDI, a Agência Metropolitana, através de um Termo de Cooperação Técnica entre a Secid [Secretaria de Cidades] e o Imesc [Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos], participará tanto na parte de condução dos trabalhos, como na fiscalização. Enfim, o diálogo é a base da nossa gestão à frente desse processo, porque temos essa missão de integrar as forças do estado, conversar com as secretarias para articular essas políticas públicas de interesses comuns e efetivamente tirá-las do papel.
E das prefeituras?
A Agência tem um conceito diferente da gestão de governos anteriores. Por determinação do governador Flávio Dino, vamos construir parcerias com os municípios, dar satisfação do nosso trabalho, construir ações onde os prefeitos, as Câmaras de Vereadores e a Agem possam se envolver para juntos buscarem soluções.
Quais os planos para médio e longo prazo?

A longo prazo, esperamos fazer uma integração de todas as funções públicas de interesse comum, tanto da parte educacional, saúde, mobilidade urbana e saneamento básico. Esse é o ideal para que a região metropolitana, de fato, esteja 100% efetivada. A médio prazo, é construir um diálogo com as prefeituras, construir planos que possam desenvolver a região metropolitana.
Fonte: O imparcial

domingo, abril 09, 2017

SUSTENTABILIDADE: ECONOMIA SOLIDÁRIA NA PRAÇA DAS ÁRVORES

O Empório da Economia Solidária ocupou a praça das Árvores - Cohatrac IV hoje, 08/04/2017, com economia, produtos agroecológicos e artesanato de qualidade. O evento foi planejado para acontecer uma vez ao mês, propiciando encontro entre produtores e consumidores na modalidade mais antiga de comercialização: a feira livre. O empório é realizado pelo Fórum da Economia Solidária do Maranhão e conta com apoio da Rádio Comunitária Ilha do Amor FM e do Comitê da Praça das Árvores.






Fonte: FOCCO/Whatsap

LAVA JATO: TUDO SOBRE A DELAÇÃO DA ODEBRECHT

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