quarta-feira, setembro 19, 2018

ENERGIA LIMPA: GERAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA TEM UM AUMENTO DE 17,8% EM SETE MESES

Parque eólico entre Barreirinhas e Paulino Neves
Nos sete primeiros meses de 2018, a geração de energia elétrica proveniente de geração eólica cresceu 17,8%, segundo informação da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). De acordo com o boletim da CCEE, as usinas que utilizam os ventos como insumo para a produção de eletricidade somaram 4.470 megawatts (MW) médios entregues entre janeiro e julho, frente aos 3.793,9 MW médios gerados no mesmo período de 2017.
“A representatividade eólica em relação a toda energia gerada no período pelas usinas do Sistema alcançou 7% em 2018. Já a fonte hidráulica foi responsável por 74,5% do total e as usinas térmicas responderam por 18,1%”, diz o boletim.
Segundo a Câmara, atualmente 520 usinas eólicas estão em operação comercial no país. Até o final de julho, a capacidade instalada dessas usinas somou 13.240,10 MW, incremento de 17% frente aos 11.313,50 MW de capacidade das 446 unidades geradoras existentes em julho de 2017.
A Região Nordeste domina a produção de energia movida por ventos. Dos dez maiores produtores, oito estão no Nordeste. O Rio Grande do Norte se mantém como maior produtor de energia eólica no Brasil, com 1.244,8 MW médios de energia entregues nos primeiros sete meses de 2018. Na sequência, aparecem a Bahia com 1.094,8 MW médios produzidos, o Piauí com 576,9 MW médios, o Rio Grande do Sul com 569,9 MW médios, o Ceará, com 553,4 MW médios.
Os dados consolidados da Câmara ainda confirmam o estado do Rio Grande do Norte com a maior capacidade instalada, somando 3.592,25 MW, Em seguida aparecem Bahia, com 2.907,64 MW, Ceará com 2.249,06 MW, Rio Grande do Sul com 1.777,87 MW e Piauí, com 1.443,10 MW de capacidade”, segundo a CCEE.
Fonte: Equiles Emir

terça-feira, setembro 18, 2018

ASBOA: DIA MUNDIAL DA LIMPEZA NA PRAIA DO OLHA D’ÁGUA


Entre os dias 14, 15 e 16 de setembro de 2018 a Associação de Surf e Bodyboard do Olho Dágua - ASBOA recebeu uma galera massa pra uma conversa sobre poluição plástica pelo 25 CLEAN UP THE WORLD evento que acontece no mundo todo e aqui já realizamos há 5 anos sempre em parceria com instituições preocupadas com o tema.





Poder servir de elo ou conectar essas instituições mostra que não precisamos de muito quando a boa vontade e o bom senso falam mais alto.





Foi tanta gehte linda que fico até receoso em esquecer alguém mais saibam que o respeito e a consideração vai ficar pra sempre.
Palestras exposições confecção de placas educativas caminhada de limpeza, mostra que essa atividade não pode ser pontual mas sim do dia a dia na seleção e desate correto do nosso resíduo produzido diariamente





Como foi dito o tema da campanha é COMBATE A POLUIÇÃO PLÁSTICA então convido vocês que participaram e os que não participaram também para começarmos a repensar o consumo desses descartáveis que não fazem parte da cadeia da reciclagem. Copos descartáveis, canudos e sacolas são descartadas como lixo comum e acabam fazendo parte de uma estatística triste pois boa parte do "lixo" permanecerá para as futuras gerações.





E aqui deixo a provocação vamos repensar nosso consumo se questionar e entender que não somos o dono do planeta mas sim parte dele. Entender melhor que cada ser vivo é importante pro futuro da biodiversidade do nosso planeta.





Deixo aqui meu sinceros agradecimentos a todos os envolvidos direta ou indiretamente nessa ação que abre o nosso calendário de atividades do Circuito ASBOA para segundo semestre.











Fonte: Rogerio Verde

segunda-feira, setembro 17, 2018

FAI – DIA MUNDIAL DE LIMPEZA NA ORLA DE SÃO LUÍS


Neste sábado (15/09/18), o Fórum em Defesa da APA do Itapiracó – FAI e o COM-VIDA, marcaram presenças no evento mobilizado pelo Comitê de Limpeza Urbana, em alusão ao Dia Mundial da Limpeza, que ocorre em pelo menos 160 países.







sexta-feira, setembro 14, 2018

SUSTENTABILIDADE: IMPERATRIZ VIVE NOVA REALIDADE NA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS

São muitas ações realizadas pela Prefeitura em busca da qualidade de vida da população. Uma das mais claras e que já deixam um legado na história de Imperatriz, é a mudança do cenário sobre a geração, transporte, destinação e disposição final de resíduos sólidos. Além de alavancar, como jamais visto, a coleta seletiva, beneficia cerca de 70 famílias que vivem da segregação e destino dos produtos recicláveis.

O pontapé para o gerenciamento eficiente do lixo da cidade foi dado com a elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, PMGIRS, que mobilizou toda população a pensar, discutir, opinar e propor melhorias para os serviços relacionados à limpeza pública e ao gerenciamento de resíduos sólidos, assim, oportunizando gestão com a participação efetiva da comunidade imperatrizense.


No Plano, foi traçado diagnóstico sobre a situação atual do município, com a realização de sete audiências públicas participativas e de tribuna aberta, bem como a projeção de novas ações, programas e metas a serem cumpridos pela gestão municipal para efetivamente melhorar as condições e os serviços públicos sobre os resíduos sólidos. Este Plano foi proposto a votação e aprovado pela Câmara de Vereadores, onde por meio desta se concebeu a Política Municipal de Resíduos Sólidos, através da Lei Complementar Nº 1.743/2018.


Todas essas ações têm como objetivo a gestão eficiente dos resíduos sólidos do município, priorizando aqueles que desempenham o papel dos catadores, classe protegida por Lei e que deve ser acompanhada e apoiada pelos entes públicos. A secretária municipal de Meio Ambiente, Rosa Arruda, afirma que “além disso, é de grande relevância o ganho ambiental obtido através da implantação destas ações, mostrando uma educação ambiental e a sustentabilidade entre a geração, o transporte e a destinação final dos resíduos sólidos gerados pela comunidade imperatrizense”, revela.

Segundo a catadora da Associação de Catadores de Material Reciclável de Imperatriz, Ascamari, Celma Souza, “primeiro, uma das vantagens é a questão da educação ambiental, segundo, acredito que irá nos reforçar enquanto organização, em termos econômicos, e é uma forma de estarmos educando a população com a coleta seletiva. A cidade ficará mais limpa, e acredito que todos nós iremos ganhar”.

Para um dos fundadores da Ascamari, José Ferreira, conhecido como seu Zezinho, “a importância do plano de coleta seletiva é que se trata de uma grande motivação para a organização dos catadores. Até a implantação do Plano, nós éramos três que trabalhávamos na associação, agora somos 11 trabalhadores. Tivemos um aumento da renda, de uma média de R$ 400 para uma média de R$ 600 por mês. E com o aumento da produção, vamos agregar maior renda para os catadores”, comemora.

Fonte: SEMMARH

quarta-feira, setembro 12, 2018

SINDICATO DE PANIFICAÇÃO DE SÃO LUÍS: EMPOSSADA A NOVA DIRETORIA

Nova diretoria do Sindipan comandada pela empresária Francina Rosa
Freitas de Andrade (blusa laranja)
Com o objetivo de repassar informações sobre tecnologia, gestão, processos e outros fatores que impactam o negócio da panificação, o Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria de São Luis (Sindipan) e a Associação Brasileira da Indústria da Panificação e Confeitaria (Abip) promoveram, na última quinta (12), o Seminário Pães Especiais em São Luís, na Casa da Indústria, com apoio da Federação das Indústrias (Fiema). 

A programação incluiu treinamento gratuito e prático para o público da área de produção e palestras técnicas para público gerencial. O seminário marcou a posse festiva da nova diretoria do Sindipan, presidido pela empresária Francina Rosa Andrade. Confira mais sobre o evento nas fotos de Veruska Oliveira.
Alunos de Panificacão do Senai que produziram diversos levados para a solenidade festiva de posse do Sindipan
Fonte:Aquiles Emir

segunda-feira, setembro 10, 2018

ANIVERSÁRIO DE SÃO LUÍS: COMEMORANDO OS 406 ANOS DE SÃO LUIS NA JARDINAGEM PEDAGÓGICA


A Praça das Árvores, Cohatrac IV, recebeu mais uma edição do Projeto Jardinagem Pedagógica. Vivenciamos a oficina de confecção de vaso de côco verde, além de uma oportuna aula sobre os IPÊS e o Pau-Brasil, plantas belas e simbólicas da flora brasileira.

A professora Dorian Azevedo leu um texto de sua autoria que faz um link da Praça das Árvores com a cidade de São Luís, destacando a contribuição das atividades culturais e sociais vividas na praça sob o protagonismo do Comitê Gestor da Praça e seus parceiros, que serve como referência de ocupação dos espaços públicos. ”Somos parte dessa ilha, somos a ilha mesma, São Luis nos guarda em teus braços, com um abraço inefável”, escreveu Dorian.


Paulo Sabá e Emerson Oliveira pontuaram aspectos importantes do cuidado com as mudas de ipê e jatobá. Disseram que estão imbuídos no esforço de plantio dessas espécies que possuem importância fundamental para a natureza.



Já dona Manoelina Fernandes falou dos cuidados a serem tomados com as sementes e mudas  de pau-brasil, uma planta que simboliza o povo brasileiro.


Aos todo mais de 40 mudas foram distribuídas entre os presentes à jardinagem que contou um bom público de moradores vindos de vários bairros de São Luis e do município de Paço do Lumiar.


Nosso agradecimentos aos doadores das mudas:  Paulo, Emerson e Manoelina ; ao comitê da Praça das Árvores; às professoras Avanne Dominici e Danielle Teixeira  e aos alunos do projeto COM-VIDA da UEB Primavera. Ao amigo da praça Carlos Lavra que doou terra preta, estrume e diversas mudas; integrantes do Fórum em Defesa da APA do Itapiracó - FAI e ao DJOMA.






Fonte: Camilo Rocha Filho

terça-feira, setembro 04, 2018

ENERGIA SOLAR: SANTANDER ABRE CRÉDITO PARA FINANCIAR EQUIPAMENTOS

O Banco Santander anunciou nesta terça-feira uma oferta de crédito para financiar equipamentos de energia solar no Brasil para estimular o aumento de fontes renováveis. Dirigentes da instituição disseram que serão desembolsados R$ 1,8 bilhão em créditos para a geração de energia fotovoltaica até 2021, o que representa um crescimento de 11% para 16% na participação da organização no total de unidades geradoras de energia solar instaladas no Brasil para os próximos três anos.

A partir desta linha de crédito, o banco passa a oferecer financiamento direto nas agências para pessoas físicas, jurídicas e produtores rurais, e não mais apenas na financeira interna da instituição.
As taxas vão de 0,99% a 1,08%, dependendo da quantidade de parcelas acordadas, valores que mudam para o produtor rural, que pode financiar a 1,12% ao mês semestral ou anualmente, de acordo com o ano safra.
Embora o Brasil seja reconhecido como um dos principais países com capacidade para geração fotovoltaica, ainda produz pouco quando comparado com potências no assunto, como China e Espanha. Energia fotovoltaica: Transforme luz solar em eletricidade 
Segundo o banco, as taxas aplicadas são menores que as praticadas atualmente, de 1,69% ao mês.
Neste contexto, o Santander obteve junto à Corporação Andina de Fomendo (CAF), banco de desenvolvimento da América Latina US$ 100 milhões (cerca de R$ 400 milhões) para o financiamento de equipamentos.
A estratégia de captação de recursos fora do país comprova uma tendência do Santander em buscar parcerias para fomentar linhas internas ou com propósitos muito específicos de crédito, como é o caso do projeto de energia solar.
Ao longo dos últimos três anos, o Santander dobrou o número de sistemas fotovoltaicos financiados anualmente e a previsão indicada é de que o ritmo cresça mais veloz a partir desse segundo semestre de 2018.
Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que a energia solar corresponde a apenas 0,7% da matriz elétrica nacional, mas pode ter um salto no número de instalações de 57 mil, em 2018, para 276 mil até 2021.
“Os indicadores mostram que o potencial de crescimento da energia fotovoltaica no Brasil é imenso, e essa ampliação será fundamental para o cumprimento dos compromissos assumidos pelo País no Acordo do Clima de Paris, que incluem assegurar que os 45% de nossa matriz energética será composta por fontes renováveis até 2030”, acrescenta a superintendente executiva de sustentabilidade do banco, Karine Bueno.
Segundo ela, cerca de 60% do volume de negócios em geração de energia solar está concentrado em pessoas jurídicas, enquanto o agronegócio desperta atenção pelo potencial uso de fontes renováveis no campo.
Segundo os dirigentes, o payback do cliente pode ser de quatro a sete anos: “após esse período, o cliente continua a usufruir dos benefícios e da economia proporcionados pela energia solar durante toda a vida útil do equipamento, que é superior a 25 anos, com baixo custo de frequência e manutenção”, reiterou Bueno.
Fonte: Exame

ENERGIA LIMPA: GERAÇÃO DE ENERGIA EÓLICA TEM UM AUMENTO DE 17,8% EM SETE MESES

Parque eólico entre Barreirinhas e Paulino Neves Nos sete primeiros meses de 2018, a geração de energia elétrica proveniente de geração...