sexta-feira, julho 31, 2020

PRAÇA DAS ÁRVORES: PRIMEIROS PASSOS DO NOVO COMITÊ



O Comitê da Praça das Árvores realiza no dia 30 de julho, quinta-feira, do ano em curso, reunião ordinária para discutir e encaminhar pauta de importância ao referido local e à comunidade que a utiliza. A reunião ocorre em modalidade virtual pela plataforma Zoom em respeito ao distanciamento social ainda necessário para a contenção da Covid-19 em nossa cidade.       

A Praça das Árvores localizada na rua I do bairro COHATRAC IV é uma das praças de São Luís que passa, no atual momento, por reconstrução arquitetônica e paisagística comandada pelo poder público através do Instituto Municipal da Paisagem Urbana - IMPUR -, na pessoa de seu presidente, o sr.  Fábio Henrique Farias Carvalho.      

O Comitê vem aguardando resposta a ofício enviado ao IMPUR desde o dia 15, no qual solicita reunião para conhecer o projeto de intervenção já em andamento na Praça das Árvores. Eleito no último dia 25 de julho para a gestão de um ano, o atual comitê honra o seu compromisso com a comunidade e, mesmo sem estar a par do detalhamento técnico da obra, forma comissões com seus membros para acompanhar em conversas e em registros fotográficos e escritos as intervenções no local.

O Comitê da Praça das Árvores também efetiva os preparativos para a realização de uma live acerca de mesma temática, na intenção de contribuir em respostas buscadas pela comunidade do COMPLEXO COHAB-COHATRAC acerca das Ações do poder público municipal em praças desta capital que, em alguns casos, careciam, tão somente, de reformas que as adequassem ao usufruto coletivo que favorece o vínculo e a saúde.

Lourença Pereira, membro do Comitê da Praça das Árvores

sexta-feira, julho 24, 2020

MEIO AMBIENTE: CIENTISTAS DESCOBREM BESOURO CAPAZ DE DECOMPOR ISOPOR



Pesquisadores da Coreia do Sul acabam de descobrir que larvas do besouro Plesiophthalmus davidis (da ordem Coleoptera) são capazes de degradar o poliestireno. A evidência abre caminhos para a possibilidade de outros insetos se alimentarem deste tipo de plástico de difícil decomposição.


O primeiro autor do artigo, Seongwook Woo, estudante de doutorado, é um apaixonado por insetos desde a infância. Tanto que seu desejo é tornar o mundo um lugar melhor por meio deles. Parece que ele está no caminho certo ao propor uma alternativa ao plástico, que é um dos maiores problemas do século. Levam centenas de anos para se decompor naturalmente, tem números de reciclagem ínfimos e até na Fossa das Marianas – o ponto mais profundo dos oceanos – o plástico já foi encontrado. 

 

BESOURO QUE COME PLÁSTICO 

Após a sobrevivência da larva do besouro Plesiophthalmus davidis, que durante 14 dias alimentou-se apenas de “isopor”. O que Woo descobriu, junto a uma equipe de cientistas, foi que esta espécie, encontrada no leste da Ásia, pode consumir poliestireno e reduzir sua massa e peso molecular.

A flora intestinal isolada pode ainda oxidar e alterar as propriedades da superfície do filme de poliestireno.

 

A pesquisa também apontou que a flora intestinal dessas larvas consiste em um grupo muito simples de espécies bacterianas, o que difere da flora intestinal de outros insetos degradadores de poliestireno convencionais. O estudo, de acordo com os cientistas, apresenta a possibilidade de que o poliestireno possa ser decomposto por outros insetos que se alimentam de madeira podre. 

 

ISOPOR É RECICLÁVEL? 

O poliestireno até é reciclável, mas o processo não é muito viável. Tanto que muitas cidades têm incluindo o material no rol dos plásticos descartáveis a serem proibidos. Suas variações em EPS e EPS Expansível (mais conhecidos como isopor – que é o nome comercial) são largamente utilizados como embalagens em restaurantes, supermercados, hospitais e serviços de entrega de comida. 

Ainda que comecemos a substituí-los, como muitos já estão fazendo, precisamos de novas soluções para decompor tudo o que já foi produzido. Por isso, há muitas razões para comemorar a descoberta da equipe de pesquisadores formada por Woo, junto ao professor Hyung Joon Cha, do Departamento de Engenharia Química da POSTECH (Universidade de Ciência e Tecnologia de Pohang) e com o professor Intek Song da Universidade Nacional de Andong. Ambas na Coréia do Sul. 

“Descobrimos uma nova espécie de inseto que vive no leste da Ásia que pode biodegradar o plástico através da flora intestinal de suas larvas. Se usarmos a cepa bacteriana de degradação plástica isolada neste estudo e replicarmos a composição floral simples do Plesiophthalmus davidis, há a chance de biodegradarmos completamente o poliestireno, que tem sido difícil de decompor completamente, contribuindo assim para resolver o problema do lixo plástico que enfrentamos”, entusiasma-se o professor Hyung Joon Cha.

O estudo foi publicado na revista científica Applied and Environmental Microbiology.

quarta-feira, julho 22, 2020

ENERGIA LIMPA: PAINEL VERDE SUGA CO2, PRODUZ OXIGÊNIO E ALGA COMESTÍVEL


Desenvolvida pela universidade Imperial College London, na Inglaterra, em parceria com a startup Arborea, a BioSolar Leaf purifica o ar através da fotossíntese de plantas microscópicas, remove os gases de efeito estufa do ambiente enquanto gera oxigênio respirável.

Tudo isso é feito em um sistema de cultivo que facilita o crescimento de plantas minúsculas – como microalgas, diatomáceas e fitoplâncton – em grandes estruturas semelhantes a painéis solares. A ideia é que o material possa ser instalado em terrenos, edifícios, entre outros locais.

Alunos da Universidade Imperial College London
Um ponto interessante do projeto é que os organismos que crescem nos painéis podem ser colhidos e usados ​​como alimentos. O sistema produz uma fonte de biomassa orgânica da qual a Arborea quer extrair aditivos alimentares nutritivos para produtos alimentícios à base de plantas. Apesar das microalgas já serem usadas em alimentos, de acordo com Julian Melchiorri, CEO da Arborea, os novos painéis usam um processo de produção patenteado que “torna o cultivo mais barato, mais escalável e resulta em um produto de maior qualidade”.

Fonte: Márcia Sousa

quarta-feira, julho 15, 2020

TIJOLO SUSTENTÁVEL: FEITO COM AREIA E PLÁSTICO REUTILIZADO


Empresa sediada na Índia, a RHINO MACHINES, lançou o Bloco de Plástico de Sílica — um tijolo de construção sustentável feito a partir da reciclagem de resíduos de areia/poeira de fundição (80%) e resíduos plásticos mistos (20%).

 

O Bloco de Plástico de Sílica ou SPB (sigla em inglês) tenta enfrentar o enorme desperdício de poeira e a produção geral de poluição na Índia, o que gera um grave risco ambiental. O projeto foi concluído em colaboração com a ala de pesquisa do escritório de arquitetura R +D STUDIO.


O projeto começou um mandato de zero desperdício de uma das usinas de fundição da Rhino Machines. Nos estágios iniciais, os experimentos foram conduzidos usando poeira de fundição em tijolos de cinzas volantes ligadas por cimento (7-10% de resíduos reciclados) e tijolos de argila (15% de resíduos reciclados). Essa experimentação também exigiu o uso de materiais naturais, como cimento, solo fértil e água.

 

Mas a quantidade de recursos naturais consumidos no processo não foi suficiente para valer os resíduos que foi capaz de reciclar. Esses teste levaram a mais pesquisas do departamento interno, que resultou na hipótese de unir o pó de areia/fundição com plástico. Usando o plástico como um agente de ligação, a necessidade de água durante a mistura foi completamente eliminada. Os blocos podem ser usados ​​diretamente após o resfriamento do processo de moldagem.

 

Os SPBs apresentaram 2,5 vezes a força dos tijolos de barro vermelho normais, enquanto, para serem consumidos, precisam de cerca de 70 a 80% da poeira da fundição com 80% menos uso de recursos naturais. Com mais testes e desenvolvimento, novos moldes foram preparados para testá-los como blocos de pavimentação e os resultados foram bem-sucedidos.


Durante o período de quatro meses, várias indústrias, como hospitais, organizações sociais e empresas municipais locais foram abordadas para fornecer plástico limpo. No total, seis toneladas de resíduos plásticos e dezesseis toneladas de poeira e areia da indústria de fundição foram coletadas, prontas para serem recicladas.

 

Como o SPB é feito de resíduos, o custo de produção pode competir facilmente com o tijolo de barro vermelho comumente disponível ou com a CMU (unidade de alvenaria de concreto).

 

A Rhino Machines agora está se preparando para apresentar uma solução ecossistêmica para que as fundições de todo o país possam desenvolver e distribuir os SPBs dentro de suas zonas de impacto por meio da RSE (responsabilidade social corporativa – uma iniciativa do governo da Índia para que as empresas adotem causas filantrópicas e devolvam para a comunidade).


Fonte: CicloVivo


FIOCRUZ: AO MENOS 6 LINHAGENS DO CORONAVÍRUS CIRCULARAM NO BRASIL

Micrografia eletrônica de uma célula infectada por partículas do SARS-CoV-2 (amarelo). A área preta é espaço extracelular entre as células. — Foto: Integrated Research Facility (IRF)/NIAID

Cientistas da Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUS, identificaram pelo menos 6 linhagens (cepas) do novo coronavírus SAR-COV-2 que circularam no Brasil entre fevereiro e abril, anunciou a fundação na terça-feira (14). Também foi identificada a principal sub-linhagem do vírus em circulação no país.

Os cientistas analisaram 95 genomas completos do Sars CoV-2 coletados em pacientes de 9 estados (Rio de Janeiro, Espírito Santo, Acre, Amapá, Pará, Alagoas, Bahia, Maranhão e Santa Catarina) e no Distrito Federal, e acharam as 6 linhagens (A.2, B.1, B.1.1, B.2.1, B.2.2 e B.6).

O fato de haver diferentes "tipos" em circulação não implica em possibilidade de reinfecção por pessoas já afetadas por outra cepa. O vírus sofre mudanças, mas, em essência, mantém nas diferentes linhagens suas características principais. As mutações são comuns em todos os vírus.

Os resultados do estudo da Fiocruz ainda estão sendo avaliados para publicação em revistas científicas (ainda não passou pela revisão de outros especialistas).

ORIGEM EUROPEIA

A pesquisa aponta para uma possível sub-linhagem europeia do vírus que, chegando ao Brasil, sofreu mutações e deu origem ao subtipo brasileiro responsável pela maior parte das transmissões comunitárias.

O mais provável, segundo os cientistas, é que essa "versão" europeia tenha chegado ao Brasil antes do dia 2 de fevereiro. Em solo brasileiro, o vírus sofreu duas mutações, em sequência, que deram origem ao subtipo que se tornou mais frequente nas transmissões locais. O primeiro caso de Covid-19 no Brasil foi confirmado no dia 26 do mesmo mês.

Outra possibilidade, remota, é de que o vírus tenha sofrido uma primeira mutação ainda na Europa, antes de chegar ao Brasil, e só depois tenha passado pela segunda. O que torna isto improvável, entretanto, é que há pouca prevalência do vírus na Europa com a primeira mutação apontada pela pesquisa.

A sub-linhagem B.1.1 brasileira (B.1.1.BR) foi a única encontrada em 18 pessoas que não tinham feito viagem internacional recente. Foi assim que os pesquisadores concluíram que este subtipo é, provavelmente, o responsável pela maior parte da transmissão comunitária do vírus no país.
Além disso, essa sub-classificação também pode ter sido exportada para países vizinhos e outros, mais distantes, antes que restrições aéreas fossem implementadas no Brasil.

OUTRO ESTUDO BRASILEIRO

Em 13 de junho, um esforço colaborativo entre Brasil e Reino Unido divulgou o resultado do sequenciamento de 427 genomas completos do Sars CoV-2 encontrados no Brasil. Destes, 102 foram detectados como cepas iniciais, ou seja, mais de 100 linhagens que entraram no país logo no começo da pandemia.

Neste estudo, os pesquisadores apontaram que apenas três linhagens conseguiram se espalhar, apontando que o isolamento social pode ter ajudado a reduzir a diversidade das cepas com maior circulação.

Ester Sabino, uma das autoras, explicou ao G1 na época que as três cepas do começo - sequências genéticas diferentes do novo coronavírus - que conseguiram se espalhar pelo Brasil foram transmitidas antes da confirmação do primeiro caso. Sem medidas de isolamento implementadas, como o fechamento das escolas e do tráfego aéreo, a transmissão delas foi mais fácil.


Fonte: G1

PRAÇA DAS ÁRVORES: ELEIÇÃO 2020

Foi realizada nesta terça-feira dia 14 de julho de 2020 a eleição do Comitê Gestor da Praça das Árvores.

Das 53 pessoas aptas a votar, 18 (33%) compareceram e de forma secreta exerceram seus direitos de votantes.

A apuração apontou o seguinte resultado:

Camilo Rocha Filho – 12 votos;

Concinete Menezes – 2 votos;

Lourença Pereira – 2 votos;

Elizabete Santos – 1 voto;

Maria do Carmo (Carmosa) – 01 voto.

Assim sendo e de acordo com Decreto Municipal 47.294/2015, Camilo Rocha Filho tornou-se o coordenador do Comitê citado.

Como houve empate entre Lourença e Concinete, houve um acordo entre ambas, ficando a vice coordenação com Concinete. Imediatamente os eleitos tomaram posse para o mandato de 01 ano.

SANEAMENTO BÁSICO: BOLSONARO SANCIONA COM VETOS NOVO MARCO LEGAL


O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (15) o novo marco legal do saneamento básico. Bolsonaro fez 11 vetos em trechos do texto aprovado pelo Congresso.

A nova lei visa ampliar a presença do setor privado na área. Atualmente, o saneamento é prestado majoritariamente por empresas públicas estaduais. O novo marco legal tenta aumentar a concorrência.

O texto aprovado pelo Congresso tem, entre outros objetivos, universalizar o saneamento (prevendo coleta de esgoto para 90% da população) e o fornecimento de água potável para 99% da população até o fim de 2033 (veja os principais pontos mais abaixo).

“Essa perspectiva de universalização se torna efetiva. O que era retórica, era discurso, passa ser concretude”, disse o ministro Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional, uma das autoridades que discursaram na cerimônia.
Para o ministro Paulo Guedes, da Economia, a nova lei vai gerar entre R$ 600 bilhões e R$ 700 bilhões de investimentos no setor.

"Esperamos que haja R$ 600, R$ 700 bilhões de investimentos nos próximos anos nesse setor. São 100 milhões de brasileiros que não podiam lavar as mãos. Na verdade, 100 milhões sem esgoto e falta de água limpa para 35 milhões de brasileiros. Então, é importante e isso destrava, porque é a primeira grande onda de investimentos", disse Guedes em seu discurso.

Bolsonaro participou da cerimônia por videoconferência. Ele está com Covid-19 e por isso tem trabalhado na residência oficial do Palácio da Alvorada. Bolsonaro não discursou.

Aprovado em dezembro pela Câmara e no final do mês passado pelo Senado, o novo marco legal era discutido desde 2018 no Congresso Nacional. Duas medidas provisórias sobre o tema foram editadas, mas perderam a validade por falta de consenso entre os parlamentares sobre o texto a ser aprovado.

VETOS

Um dos vetos do presidente tira da lei a previsão de que o poder público pode assumir os serviços de saneamento de empresas públicas ou sociedades de economia mista que passarem por alienação acionária. Pelo texto aprovado pelo Congresso, o poder público poderia assumir a atividade mediante indenização.

Outro veto retirou o ponto que permitia a prorrogação dos chamados contratos de programa, que são aqueles celebrados sem concorrência e fechados diretamente entre os titulares dos serviços e as concessionárias. Essa modalidade de contrato é usada atualmente na prestação de serviços pelas companhias estaduais de saneamento. Governadores divulgaram uma carta contra esse veto. Segundo eles, a permissão de prorrogação dos contratos de programa ajudaria na transição para o novo modelo.

Por fim, o governo vetou todo o artigo 20, que retirava a categoria "resíduos sólidos" de regras aplicadas ao serviços de água e de esgoto. Segundo o governo, esse artigo prejudicava a isonomia entre as atividades de saneamento básico.

Os vetos serão analisados pelo Congresso, que pode derrubá-los e retomar os itens inicialmente aprovados.

Fonte: G1

segunda-feira, julho 13, 2020

PROJETO UM CUIDA DO OUTRO: DOAÇÃO PARA O 20º BATALHÃO


Neste momento de pandemia da COVID-19, as ações em prol da higienização aumentaram, assim como as doações e ações que visam ajudar o próximo, principalmente os prejudicados pelo CORONAVÍRUS.


Pensando nisso o Movimento Mais Ação Menos Discurso, elaborou o PROJETO “UM CUIDA DO OUTRO”, que tem como finalidade a confecção de TOTEM DE ÁLCOOL EM GEL, para ser doados para entidades e parceiros que tem alto fluxo de pessoas em suas dependências. Bem como realizou a distribuição de máscaras.


A arrecadação dos materiais do totem se dá pela colaboração de empresários e parceiros da comunidade do COHATRAC; e os membros do Movimento fazem a fabricação de forma voluntária.   

O Movimento Mais Ação Menos Discurso acredita que, quando cada um faz a sua parte, todos ficam cada vez mais fortes; tal atitude gera uma verdadeira corrente de amor, empatia e cuidado mútuo entre a sociedade.

APA DO ITAPIRACÓ: VISITA TÉCNICA


O Movimento Mais Ação Menos Discurso realizou uma visita técnica na APA do Itapiracó em frente a avenida Joaquim Mochel, juntamente com a Equipe da SEGOV do estado, participaram da visita, Vanessa Marques, Gestora do Parque Itapiraco, Professor Mário Júnior, Milberth, Maurício Cutrim do Conselho Consultivo da APA do Itapiracó (CONAPI), Peter Axl Coordenador do Movimento e a professora Avanne Dominici.

Na oportunidade foi discutida propostas de melhoras para a Unidade de Conservação...





RECICLAGEM: MÁQUINAS TROCAM RECICLÁVEIS POR DINHEIRO


Que tal trocar seus resíduos recicláveis por dinheiro? Uma parceria entre a Triciclo, empresa que trabalha com soluções para o desenvolvimento sustentável, e o Pagbank, banco digital do PagSeguro (UOL), tornou essa ideia realidade.

Por meio da Retorna Machine, máquinas para depósito de embalagens pós-consumo, a Triciclo já concedia aos consumidores benefícios. O sistema funciona como um plano de fidelidade ambiental: o usuário cria gratuitamente uma conta digital pelo site ou pelo app “Triciclo” e ao depositar embalagens na Retorna Machine recebe pontos.

ada material equivale a uma pontuação. Ou seja, a embalagem de alumínio vale 15 pontos triciclo, a de aço 10 pontos, PET 10 pontos, longa vida e vidro 05 pontos. Então, cada vez que o usuário fizer o descarte da sua embalagem na Retorna, receberá os pontos direto na sua conta triciclo.

Os pontos podem ser trocados por benefícios como descontos em redes de papelaria, farmácia, recarga de celular, ou transformados em doações para organizações sociais. Agora, com a nova parceria, estes pontos podem ser transformados em dinheiro.

RECICLÁVEIS POR DINHEIRO


O Pagbank disponibiliza aos seus clientes uma conta digital inteiramente gratuita, disponível via web e por aplicativo (Android e IOS). Com a integração de sistema entre as empresas, o usuário Triciclo poderá converter seus pontos em dinheiro na conta Pagbank, e assim realizar transferências gratuitas, efetuar o pagamento de quaisquer contas e boletos, saque no Banco 24 Horas, recargas em diversos serviços como Google Play, Uber, Spotfy e até solicitar um Cabify, além de diversos outros benefícios.

Quem já tem uma conta triciclo, precisa acessar o aplicativo “Triciclo”, disponível para IOS e Android, e selecionar a opção “Pagbank” no menu.

Nesta primeira oportunidade, será necessário criar e/ou vincular uma conta Pagbank à sua conta triciclo, de maneira simples e rápida, seguindo o procedimento em tela. Após a vinculação, estará disponível a opção de trocar pontos triciclo por crédito no Pagbank, na ordem de 100 pontos por R$ 0,15 (quinze centavos).


VALOR NO “LIXO”

“a parceria e integração com o Pagbank sobreleva a percepção pública do valor que o ‘lixo’ doméstico possui, na medida em que facilmente transforma aquela embalagem usada em dinheiro. Certamente é uma ação que, além dos benefícios ambientais e educacionais, terá uma função econômica e social de complementar renda, ainda mais neste momento de calamidade pública”, explica Felipe Cury, diretor executivo da Triciclo.

“Criamos também uma função de login por QR CODE; assim, o usuário, se quiser, não precisa mais clicar na tela da Retorna para fazer o login e reciclar. É uma medida de prevenção e combate ao COVID-19, viabilizando a limpeza urbana e ações de reciclagem com segurança”, completas Felipe.

FIDELIDADE AMBIENTAL

Além da Retorna Machine, fazem parte do programa de fidelidade ambiental da Triciclo as máquinas Recicla Pharma e Deixaki. As máquinas estão distribuídas por locais públicos e privados nos Estados de São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Amazonas.

Todo o material coletado é tratado pela própria Triciclo para envio às cooperativas e empresas recicladoras. Em quatro anos de atividade, o Projeto Retorna Machine já coletou mais de seis milhões e meio de embalagens, gerando fonte de renda, matéria prima e de trabalho.

Fonte:  Natasha Olsen

COVID-19: IMUNIDADE DURA POUCOS MESES, DIZ ESTUDO BRITÂNICO


Um estudo realizado pela King's College (foto ao lado) de Londres, no Reino Unido, mostrou que a imunidade ao NOVO CORONAVÍRUS (Sars-CoV-2) pode durar apenas alguns meses, com um risco de uma nova contaminação. Os resultados foram divulgados pelo jornal "The Guardian".

A pesquisa analisou casos de cerca de 90 pessoas, entre pacientes e funcionários, de dois hospitais de Londres que testaram positivo para a Covid-19. A análise laboratorial mostrou que os níveis de anticorpos atingem o máximo cerca de três semanas após a infecção e começam a diminuir gradativamente, enfraquecendo assim a resposta do corpo.

Três meses depois da contaminação, apenas 17% daqueles que contraíram o vírus ainda apresentavam a mesma potência de resposta imunitária. Em alguns casos, os contaminados não apresentavam nenhum tipo de reação.

Assim, as conclusões dos cientistas mostram que o NOVO CORONAVÍRUS pode agir como aquele que causa a gripe comum em que, ano após ano, é possível ser infectado novamente. A hipótese ainda precisa de novos testes para a comprovação, mas deve ser levada em consideração.

Em entrevista ao jornal britânico, a responsável pelo estudo, Katie Doores, afirma que, se comprovados, os resultados mostram que também no caso de uma futura vacina isso pode acontecer. "Se a infecção gera níveis de anticorpos assim limitados pelo tempo, também a duração do efeito da vacina terá uma duração limitada. Assim, as pessoas precisarão tomar reforço", destacou Doores. Ou seja, é muito provável que apenas uma dose da vacina não seja suficiente para a proteção. Apesar de percentuais bem diferentes, um estudo feito em três etapas pela Espanha para avaliar o nível de exposição dos cidadãos à Covid-19 também mostrou que 14% dos mais de 68 mil testados não tinham mais nenhum tipo de resposta imunológica entre o primeiro e o terceiro teste.

Fonte: Terra

domingo, julho 12, 2020

COVID-19: 4 MESES APÓS 1ª MORTE CONFIRMADA NO BRASIL

VEJA 4 MISTÉRIOS SOBRE A PANDEMIA DE NO PAÍS


O Brasil completa neste domingo (12/07) quatro meses desde a primeira morte por Covid-19 oficialmente registrada no país. De lá para cá, o NOVO CORONAVÍRUS matou 71,5 mil pessoas, com média diária superior a 1 mil na última semana.

 

Nesses quatro meses, os brasileiros aprenderam a conviver com medidas de proteção: evitar aglomerações, higienizar bem as mãos e superfícies e, quando possível, permanecer em casa. A ciência também vem aprendendo mais e mais ao avançar na busca por uma vacina ou por tratamentos comprovadamente eficazes.

 

Ainda assim, há alguns mistérios sobre a pandemia do NOVO CORONAVÍRUS no Brasil que ainda devem ser esclarecidos ao longo do tempo, com pesquisas e Estudos.


QUANDO O VÍRUS REALMENTE CHEGOU AO BRASIL?


Embora o primeiro registro oficial tenha sido relatado em 26 de fevereiro em um paciente de São Paulo proveniente na Itália, há a suspeita de que o novo coronavírus tenha chegado antes disso. Porém, ainda não existe consenso de quando o vírus começou a circular no Brasil. Afinal, nem sempre a doença se manifesta nos infectados, e nem todos os casos foram reportados às autoridades de saúde.

 

Ainda assim, os especialistas ouvidos pelo G1 duvidam que o novo coronavírus tenha chegado ao Brasil muito antes da primeira confirmação. Caso o vírus realmente circulasse no país desde novembro — como sugeriu um estudo feito no esgoto de Florianópolis — os hospitais brasileiros teriam percebido a alta na demanda por atendimento já naquela época, o que não aconteceu.

"A dinâmica da epidemia não fala muito sobre o vírus ter entrado muito antes. Em princípio, a versão original é mais verossímil", aponta o médico Gerson Salvador, especialista em infectologia pela Universidade de São Paulo (USP).

Na mesma linha, o professor Alexandre Barbosa, chefe de Infectologia na Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, diz que outros fatores podem ter confundido as análises de esgoto.

"Existem várias possibilidades [para o resultado], como a reação ter apresentado um resultado cruzado com outros coronavírus que causam resfriado comum ou outros vírus parecidos com o Sars-CoV-2 que não infectam seres humanos", analisa Barbosa.

QUAL O NÚMERO REAL DE CASOS DE COVID-19?


De acordo com o consórcio de veículos de imprensa, o número de casos confirmados de novo coronavírus no Brasil passava de 1,8 milhão neste sábado (11) — o segundo mais alto em números absolutos, atrás apenas dos Estados Unidos.

Os epidemiologistas, porém, são unânimes: há subnotificação, ou seja, existem mais casos de Covid-19 desde o início da pandemia no Brasil do que o oficialmente relatado. Tanto por pacientes assintomáticos quanto por falta de testes. Por isso, não se sabe com clareza quantas pessoas o novo coronavírus realmente infectou.

Segundo Alexandre Barbosa, mesmo se todos os doentes fossem testados com os melhores testes disponíveis, haveria ao menos de 30% a 40% pacientes infectados que não apresentaram sintoma. No caso do Brasil, a situação é ainda mais grave porque não há testes para todos.

"E pior: o Brasil testa na maioria das vezes com o tal 'teste rápido', que tem índice de falso negativo altíssimo na primeira semana porque depende da presença de anticorpos", acrescenta Barbosa, que estima número real de casos de 5 a 10 vezes a mais do que o oficial.

O infectologista Gerson Salvador cita os estudos feitos pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) — que faz estimativas do real tamanho da doença a partir de testes aplicados em várias partes do Brasil — e relembra que, no início, os casos mais notificados eram justamente os mais sintomáticos.

"Agora tem havido mais diagnósticos, com mais testes. Então, a proporção dos casos com muitos sintomas deve ser menor", diz Salvador.

POR QUE O SURTO ESTÁ DIMINUINDO EM ALGUMAS CIDADES?



Monitoramento do G1 mostra que em alguns estados como Acre, Amapá e Rio de Janeiro registram queda no número médio de mortes diárias. Além das necessárias medidas de isolamento, dizem os infectologistas, tudo indica que há menor número de pessoas suscetíveis a se infectar pelo novo coronavírus. O real número de suscetíveis, porém, ainda é objeto de estudos.

Em parte, isso é causado justamente porque esses estados tiveram centenas de pessoas infectadas pelo patógeno e, portanto, adquiriram imunidade — se ela é duradoura ou não, ainda não está claro. O infectologista Gerson Salvador relembra que há estudos em andamento sobre a imunidade da Covid-19 — inclusive sobre respostas imunológicas que vão além dos anticorpos.

"A gente vê a sorologia e vê quem tem anticorpo, mas hoje a gente estuda pessoas que não desenvolvem a doença por que têm resposta imunológica celular", aponta Salvador.

O professor Alexandre Barbosa concorda, mas reforça que os governos não devem esperar que todos os suscetíveis se infectem como forma de debelar a doença.

"Não adianta expor todo mundo para circular e se infectar porque aí você vai ter muitos óbitos", explica.

O BRASIL TERÁ CONDIÇÕES DE DEBELAR A PANDEMIA COM VACINA?

Os infectologistas ouvidos pelo G1 dizem que, primeiro, é preciso saber se haverá vacina. Embora dois testes estejam em andamento já na fase avançada no Brasil — uma da Universidade de Oxford e outra de uma empresa chinesa — ainda não há nada confirmado.

"Primeiro: será que essas vacinas vão conseguir fazer anticorpos? Segundo: se elas fizerem anticorpos, eles serão protetores e evitarão a doença? Terceiro: quanto tempo dura esses anticorpos? Ninguém sabe. A gente tem que lembrar que a Covid-19 tem seis meses", questiona Alexandre Barbosa, da Unesp.

Gerson Salvador, da USP, concorda: é preciso esperar para saber se as vacinas testadas darão certo. Ele, no entanto, é otimista quanto à capacidade do Brasil controlar a epidemia caso cheguemos a uma vacina.

"Enquanto houver produção em escala industrial, o Brasil tem condições, sim. O país tem um dos sistemas de vacinação mais avançados do mundo", relembra Salvador.

Fonte: G1

BOLSONARO: PROVOCA AGLOMERAÇÃO EM PASSEIO DE MOTO COM APOIADORES NO RIO DE JANEIRO

  O presidente Bolsonaro provocou aglomeração durante um passeio de moto na manhã deste domingo (23), no Rio de Janeiro, em meio a uma multi...