terça-feira, julho 13, 2010

SOM DE SINO NÃO É RUÍDO, É BENÇÃO, É FÉ

O Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos – IBRAM abre ação para parar os sinos da Paróquia São Pedro Alcântara de Brasília. Tudo porque um vizinho havia registrado uma reclamação contra o barulho vindo das quatro sessões de badaladas diárias. Cada uma delas dura em torno de 2 minutos. O órgão, então, enviou um auto de infração via Correios aos cuidados do pároco Givanildo dos Santos Ferreira, 33 anos.
O padre Givanildo está em pânico com o calar dos sinos, e os paroquianos. É a burrice de um órgão que, em vez de combater as violentas destruições do ambiente, a extinção das nascentes, faz o menor: investir contra os sinos, de sons milenares da civilização ocidental. Som de sino não é ruído, é benção, é fé.

Os sinos ecoam para convidar a comunidade para orações às 8h15, às 12h, às 15h e às 18h. Aos fins de semana, a primeira badalada soa um pouco mais tarde, às 9h. “Essa notícia aborreceu muito a comunidade. Há catedrais como a de Notre Dame, em Paris (França), e a de Saint Patrick, em Nova York (EUA), e todas tocam os sinos.

É um absurdo de um órgão que, em vez de combater as queimadas, a extinção das nascentes, os altos volumes dos carros em bares, faz o menor: investir contra os sinos, de sons e costumes milenares.

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