segunda-feira, dezembro 14, 2015

MANIFESTAÇÃO:CAMINHADA PELA PAZ EM SÃO LUIS

Paz Sim, Violência Não! Foi com essa intenção que o vereador professor Lisboa (PCdoB), promoveu na manhã do dia 13/12 (Domingo), a Caminhada pela Paz, na Avenida Litorânea. Essa ação encerrou a campanha “Dezembro Branco - São Luís pela Paz”, que tinha como objetivo de chamar a atenção da população para a promoção da paz e o resgate de valores éticos, fraternos e morais, no sentido de envolver a sociedade de uma forma geral, em um sistema de princípios e respeito pela liberdade, justiça, democracia, direitos humanos, igualdade e tolerância. É também uma forma de ecoar o anseio da cultura da paz e a não banalização da violência e do crime.

quinta-feira, dezembro 10, 2015

COMUNIDADE: CONSELHO GESTOR DOS COMITÊS DE PRAÇA DO EIXO COHAB/COHATRAC

Conselho de Lideres de Comitês Gestores de Praças do Complexo COHAB/COHATRAC reuniu no 05/12/2015, na Praça Manuel Júnior, COHAB Anil II, para tratar a pauta do dia e encaminhar as deliberações visando a unidade na ação.
Os líderes tiveram oportunidade de relatar as atividades realizadas e as agendadas pelos comitês para os próximos dias. A comissão(Camilo Rocha, Marinalva Rosa e Josafar Lima) indicada para estudar o Decreto 47.294 de 12 de agosto de 2015 apresentou considerações preliminares deste normativo que trata diretamente da existência e manutenção dos comitês de praças de São Luis e sugeriu que na próxima reunião do Conselho de Comitês fosse feito debate dos artigos do decreto para um possível dialogo com a prefeitura de São Luís. Foi aceita a proposta e marcou-se o dia 09/01/2016 para o encontro, ficando o local a ser confirmado. A mesa foi coordenada por Dorian Azevedo, vice coordenadora do comitê gestor da praça Manuel Júnior, sendo sua composição feita por Reginaldo Goes (IMPUR) e Carmosa, coordenadora do Comitê da Praça Manuel Junior.
Participaram da reunião lideres dos seguintes Comitês:
Verão, Árvores, Junior, Praças 4/5, Rui Frazao, Bosque e Forquilhao.

Fonte: Camilo

quarta-feira, dezembro 09, 2015

OPINIÃO: O JOGO DO IMPEACHMENT DE DILMA

Fernando Henrique Cardoso em 1999, com “PRIVATARIA TUCANA” e o escândalo do MENSALÃO de Lula em 2005. Nos dois casos, FHC e Lula resistiram por falta de força política da oposição e interesses difusos dos oposicionistas. Impeachment é um julgamento político. 

Para que ocorra é preciso uma série de combinações. Com Dilma, a conjuntura, por pior quer seja, não tem sido suficiente para o que muitos chamam de “golpe institucional”.

Enquanto publicamente defensores e contrários à cassação do mandato da presidente se digladiam, nos bastidores os articuladores embaralham um jogo no qual mais vale seus projetos individuais. As vaidades são muitas e o que está na mesa vai além do afastamento da mandatária.

Tucanos do grupo de Aécio Neves admitem que o afastamento de Dilma só vale a pena se o vice-presidente, Michel Temer, também for cassado. Com isso, uma nova eleição seria garantida e Aécio teria praticamente assegurada a vitória. Não interessa puxar o tapete de Dilma para entregar a Presidência a Temer.

A estratégia de aecistas esbarra nos planos do grupo ligado ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. No ninho alckmista muitos reconhecem que a queda de Dilma e de Temer agora favorece Aécio, que ganharia a eleição e abriria caminho para a reeleição. O melhor seria desgastar ainda mais Dilma, mas sem mudança na Presidência, o que abriria as portas para Alckmin em 2018.

A candidata derrotada no ano passado Marina Silva, ainda filiada ao PSB, também joga contra o impeachment. Na turma marinista há quem não esconde que dificilmente ela teria forças para disputar e vencer uma eleição neste ano.

Nos estados, a resistência contra o impeachment cresce entre governadores aliados e da oposição. Há governador temeroso das investigações da Lava Jato, que começa a expandir para vários setores, e há também muitos autores de “pedaladas fiscais” que trabalham para apagar o fogo antes que ele se alastre. Isso sem falar da baixa popularidade que muitos deles enfrentam e da crise financeira dos estados.

Dentro do PMDB as divergências, as incertezas e a “guerra” por poder são ainda mais gritantes. Parte prefere continuar com Dilma, outra parte abandonou o barco governista faz tempo e alça voo com a tucanada. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tenta salvar a própria pele nas investigações da Lava Jato e atrai o pessoal do “quanto pior, melhor”. Cunha sabe que, em caso de impeachment de Dilma e Temer, na melhor das hipóteses ficaria apenas 90 dias na Presidência. Sem contar a possibilidade de condenação pelo STF, que é real.

A desestabilização, a ingovernabilidade e o caos, decorrentes da reação de movimentos sociais e sindicais, de setores da sociedade beneficiados por programas sociais petistas e de partidos políticos excluídos de um eventual novo governo, também pesam na decisão daqueles que jogam as cartas do impeachment neste momento. 

domingo, dezembro 06, 2015

RECONHECIMENTO: FIZERAM DE TUDO PELO VASCO DA GAMA

Fizeram de tudo dentro e fora de campo para o Vasco não ser rebaixado para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro, um verdadeiro agradecimento de toda a nação vascaína pela entrega total.
ZINHO E JORGINHO
Não esqueça!

quinta-feira, dezembro 03, 2015

AQUECIMENTO GLOBAL: POR QUE É IMPORTANTE UM ACORDO CONTRA AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS?

No fim de outubro, a Convenção de Mudanças Climáticas da ONU divulgou um relatório afirmando que, com os atuais comprometimentos de 146 países para reduzir emissões de gases do efeito estufa, seria possível diminuí-las em 8% até 2025 e em 9% até 2030. Isso quer dizer que, se comparadas às do período entre 1990 e 2010, as emissões de agora até 2030 terão seu ritmo diminuído em 60%. De acordo com a ONU, apesar de representarem um passo na direção certa, de um mundo de baixo carbono, os números não teriam a ambição necessária: com essas metas, o aquecimento até o final do século deve ser de 2,7°C. Ou seja, a meta de limitar o aumento de temperatura em 2°C, estabelecido na Cúpula do Clima de 2010, em Cancun, não será alcançado.

Visto de maneira isolada, o valor de 2,7ºC pode não parecer alarmante. Contudo, o planeta, assim como os humanos, os animais e as plantas, são vulneráveis mesmo ao aumento mais sutil de temperatura. Desde o início dos registros históricos, em 1880, a temperatura global subiu 0,85 grau, o que é muito, suficiente para criar um descompasso na natureza. Condições climáticas improváveis se espalham, com vários exemplos: o calor fora do comum no Ártico; as chuvas torrenciais da Índia; a secura dos mananciais de São Paulo. Isso tudo por ter ocorrido uma elevação de 0,85 grau em mais de 130 anos. O que pode acontecer com uma elevação superior a 2 graus em 100 anos, situação à qual chegaremos caso continuemos a poluir na mesma toada, pode ser o agravamento de desastres ambientais, com reflexos profundos na economia.

Estimativas feitas por cientistas revelam que, com esse aumento, uma porcentagem 26% maior de pessoas irá sofrer com a escassez de água até 2080, em comparação com a taxa de 1980. Nesse mesmo ano, o número de pessoas expostas a enchentes será seis vezes maior. A biodiversidade também será afetada, e um bom exemplo são os corais: um terço deles será degradado devido às águas mais quentes nas próximas décadas. Além disso, o calor deve diminuir a produtividade de trabalhadores em 20% até 2100.


A grande dificuldade da COP-21 é encontrar uma ação de combate que agrade a todos os 196 países (são cerca de 40.000 pessoas participando da Convenção). Países menos desenvolvidos alegam que o direito de usar combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás, os grandes emissores de carbono) poderia diminuir a miséria de suas populações, já que os países mais desenvolvidos fazem uso deles há 200 anos. Além disso, a transição para o uso de energias renováveis (como eólica ou solar) tem um custo e uma das grandes questões é decidir quem vai pagar por ele.

Fonte: VEJA

CENTRO ESPECIALIZADO EM AUTISMO E MUSEU DO REGGAE SERÃO OFICIALIZADOS NO MARANHÃO

A criação do Centro Especializado para a Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e o Museu do Reggae foram às ações anunciadas pelo governador Flávio Dino durante audiência com o vereador Prof. Lisboa nesta quarta-feira.

A criação desses espaços consolidam a política de inclusão social do Governo do Estado ao destinar local específico para o tratamento e atenção à pessoa com transtorno do espectro autista e um espaço para a preservação da cultura maranhense.
“Existe um número elevado de autistas no Maranhão e não há um centro de referência para cuidar dessas famílias. Nós estamos felizes por participar deste Governo, onde todos são ouvidos e assistidos”, disse o vereador Profº Lisboa.
No Palácio dos Leões, Flávio Dino dialogou com pais de autistas, representantes da Associação de Amigos do Autista do Maranhão (AMA) e do grupo Ilha Azul que acompanhavam o vereador.

Ações para pessoas com deficiência
Em 2015, o Governo criou a Secretaria Adjunta do Direito da Pessoa com Deficiência, vinculada à Secretaria de Direitos Humanos e Participação Popular, para o diálogo permanente entre poder público e os fóruns, associações e sociedade civil.
O governador reuniu, este ano, com representantes do Fórum das Pessoas com Deficiência, das comunidades indígenas, trabalhadores da Agricultura, movimento das Quebradeiras de Coco, comunidades Negras Quilombolas, dentre outros.

O Governo criou, ainda, o programa ‘Casa Cidadã’ que fará adaptações necessárias em mais de 1.500 moradias beneficiando pessoas com deficiência motora. Em outubro, Flávio Dino reuniu com mais de 340 conselheiros de 54 organizações de Direitos no Maranhão para dialogar e propor ações concretas para a garantia de direitos para todos os maranhenses.
Fonte: SECOM

BOLSONARO: PROVOCA AGLOMERAÇÃO EM PASSEIO DE MOTO COM APOIADORES NO RIO DE JANEIRO

  O presidente Bolsonaro provocou aglomeração durante um passeio de moto na manhã deste domingo (23), no Rio de Janeiro, em meio a uma multi...